Uma das diplomacias mais profissionais do mundo, uma das duas nas Américas que tem Escola de Diplomatas (a outra é os EUA), cuja marca secular foi o EQUILÍBRIO, a sensatez, a capacidade de dialogar com todos os regimes sem se comprometer com eles, uma ESPECIAL qualificação de bem se colocar, bem se representar nas grandes conferências e eventos, nos organismos multilaterais, na alta capacidade de entender e se posicionar em conflitos, razão pela qual o Brasil era (dificilmente será mais) o País MAIS REQUISITADO para compor Missões de Paz da ONU porque aceito por todos os lados, sem vetos, uma diplomacia SEM IDEOLOGIA e sempre pronta a arbitrar e a representar o espírito civilizatório, com grandes nomes de espíritos refinados, treinados.
Duzentos anos de capital diplomático jogados fora
14 de novembro de 2019, 13h11 | Por Carlos Lindenberg com Letícia Horsth
