Em um primeiro momento, foi impossível não pensar no estranho e obscuro episódio da facada em Juiz de Fora. Um ex-presidente americano, candidato dos Republicanos à Presidência dos EUA em 2024, exibindo-se como herói, punho fechado, rosto e peito se oferecendo como alvo, apenas 10 segundos após os tiros, com a bandeira americana ao fundo e sendo segurado no alto por seguranças, parecia uma imagem montada de uma propaganda de campanha. Uma facada ianque. Mas o desenrolar das investigações indica que houve sim um atentado. O atirador, um lobo solitário, errou o alvo e atingiu, de relance, na orelha, o candidato Trump. Acertou, precisamente, a Democracia.
Um americano normal, típico e o guarda da esquina. Por Kakay
18 de julho de 2024, 19h14 | Por Letícia Horsth
