Policiais penais de Minas Gerais decidiram, nesta terça-feira (21), que vão adotar o regime de estrita legalidade para pressionar o governo de Romeu Zema (Novo) a conceder recomposição salarial de índice maior que os 3,62% atualmente propostos. Na estrita legalidade, os oficiais cumprem à risca o que está determinado na lei. A avaliação de representantes da categoria é que a adoção do modelo impacta nos serviços prestados pelas tropas, uma vez que, segundo eles, não há efetivo suficiente.
Policiais penais de Minas adotam ‘estrita legalidade’ e cobram recomposição salarial; entenda efeitos
22 de maio de 2024, 12h12 | Por Letícia Horsth
