O plano “Punhal Verde e Amarelo”, que tentaria um golpe de Estado para impedir a presidência de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), cogitou o assassinato do ministro Alexandre de Moraes, então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com o uso de explosivos ou envenenamento. É o que revelam as investigações da Polícia Federal que resultaram na Operação Contragolpe, nesta terça-feira (19/11). Quatro militares e um policial federal foram presos como suspeitos de tramarem os atos criminosos.
Grupo extremista planejava morte de Moraes mesmo com risco de vida, aponta PF
19 de novembro de 2024, 16h48 | Por Letícia Horsth
